Por Ana Gandolfo
Tudo de ruim que podemos pensar sobre uma pessoa estava concentrado em um único ser humano. Injustamente, um louco com problemas psiquiátricos tirou a vida de 12 crianças e feriu um bom número, na manhã do dia 7 de abril, na escola Municipal Tasso da Silveira, Rio de Janeiro (RJ).
Wellington Menezes de Oliveira, 23, entrou na escola com a argumentação de que ia dar uma palestra. Friamente, entrou de sala em sala atirando onde achava que deveria atirar, calculando bem suas vítimas.
Agora me pergunto, como um jovem sem alguma autorização entra pela escola e ainda mais, trafega pelos corredores sem que alguém desconfie? Onde está a segurança pública?
Segundo o governador do Rio de Janeiro, as escolas públicas não vão ter, depois deste massacre, seguranças nas escolas. Absurdo!
Além disso, o assassino era ex-aluno da escola que sofria de solidão e, com certeza, sabia atirar.
Psicólogos e profissionais da defesa pública que estudam o caso supõe que Wellington era uma pessoa reservada e que defendia a prática do terrorismo, principalmente às de Bin Laden. Ou seja, ele foi para matar e não se sabe o que realmente se passava na cabeça do sujeito.
Algo parecido aconteceu nos Estados Unidos, em Columbine, quando dois estudantes invadiram uma escola matando vários e logo em seguida cometeram suicídio também.
Em resumo, algo foi aprendido e isto é revoltante.
O dia 7 de abril de 2011 ficou marcado e vai entrar para a história do Brasil.
12 abril, 2011
Economia: Classe C cresce e movimenta grande parte da economia do país
Por Bruna Alves
A ascensão de aproximadamente 19 milhões de brasileiros para das classes D e E para a classe C, modificaram a representação da distribuição da população do país, que passou de pirâmide para losango:
Com isso, a Classe C, constituída por uma parcela da população que ganha até 10 salários mínimos, se tornou a maior camada, contando atualmente com mais de 100 milhões de brasileiros, o que representa 50% da população total do país. Este fato pode ser atribuído a inúmeros fatores como: projetos de distribuição de renda realizados nos governos anteriores como Bolsa Família, aumento da oferta de emprego nos últimos 4 anos e também o aumento de empregos informais.
E essa "nova classe média" criou um novo perfil de consumidor: Pesquisas revelam que essa camada da população consumiu aproximadamente R$ 864 milhões, somente no ano de 2010, quase se igualando ao consumo das classes A e B que somadas consumiram o equivalente a R$ 900 milhões.
A classe C deixou de ser uma parte do mercado e passou a ser o próprio mercado, atraindo a atenção de vários segmentos da economia brasileira:
No segmento de turismo, empresas como TAM e CVC oferecem promoções em pacotes turísticos, incluindo viagens internacionais como Argentina e EUA, com preços mais baixos e pagamento facilitado. Promoções em passagens áereas podem ser até mais em conta do que as antigas viagens rodoviárias.
A Boticário, empresa líder em cosméticos no Brasil, lançou este mês a Eudora, segunda linha da marca que traz cosméticos semelhantes aos da primeira, com preços mais baixos e com o diferencial da venda "porta-à-porta".
A ascensão de aproximadamente 19 milhões de brasileiros para das classes D e E para a classe C, modificaram a representação da distribuição da população do país, que passou de pirâmide para losango:
Com isso, a Classe C, constituída por uma parcela da população que ganha até 10 salários mínimos, se tornou a maior camada, contando atualmente com mais de 100 milhões de brasileiros, o que representa 50% da população total do país. Este fato pode ser atribuído a inúmeros fatores como: projetos de distribuição de renda realizados nos governos anteriores como Bolsa Família, aumento da oferta de emprego nos últimos 4 anos e também o aumento de empregos informais.
E essa "nova classe média" criou um novo perfil de consumidor: Pesquisas revelam que essa camada da população consumiu aproximadamente R$ 864 milhões, somente no ano de 2010, quase se igualando ao consumo das classes A e B que somadas consumiram o equivalente a R$ 900 milhões.
A classe C deixou de ser uma parte do mercado e passou a ser o próprio mercado, atraindo a atenção de vários segmentos da economia brasileira:
No segmento de turismo, empresas como TAM e CVC oferecem promoções em pacotes turísticos, incluindo viagens internacionais como Argentina e EUA, com preços mais baixos e pagamento facilitado. Promoções em passagens áereas podem ser até mais em conta do que as antigas viagens rodoviárias.
A Boticário, empresa líder em cosméticos no Brasil, lançou este mês a Eudora, segunda linha da marca que traz cosméticos semelhantes aos da primeira, com preços mais baixos e com o diferencial da venda "porta-à-porta".
11 abril, 2011
Cultura: Avenged Sevenfold
Por Camila Honorato

Tive o prazer de poder ver uma das melhores bandas da atualidade, depois do esforço que foi conseguir comprar os ingressos (que se esgotaram em cerca de uma semana). Passei sufocos maiores ao estar lá, prestes a prestigiá-los. Mas toda a experiência acabou valendo cada minuto dos esforços.
Primeiramente: após a compra dos ingressos me deparei com um contratempo, pois nenhum dos meus amigos roqueiros mais próximos poderiam ir (orçamento e tudo o mais). Por sorte, me lembrei de um colega da faculdade que enfrentava o mesmo problema. Pelo menos não estaríamos sozinhos.
Depois, no dia do show, mais um problema: chegamos no Credicard Hall ás 17, onde a fila pra conseguir entrar no lugar quase dava voltas na casa. Os portões só abririam em duas horas, estava frio e chovendo. E mais um golpe de sorte nos acometeu: uma amiga do meu colega nos avistou e nos chamou pra irmos pro começo da fila onde ela estava. Daí, ficamos debaixo de um guarda-chuva, conversando pra passar o tempo. Conheci muita gente legal lá =D
Me surpreendi com a quantidade de pessoas que estava lá. O público era diversificado: metaleiros radicais, pré-adolescentes (em quantidade significativa, vestindo camisetas do Metallica, Motörhead e afins - o que me deu mais um sopro de esperança sobre os gostos musicais do mundo contemporâneo), gente bonita, gente não tão bonita, meninos usando boné pra trás e óculos aviador (pra ficarem mais parecido com o vocalista da banda)... Enfim: de tudo.
Depois de duas horas de fila esperando pela abertura da casa (não reclamo de nada, porque teve gente que chegou lá ás 7 da manhã), eis que nossa entrada é permitida. Não me canso de dizer o quanto eu amo a energia roqueira de sair correndo do lugar onde está fazendo a maior bagunça pra poder ver o artista que se ama. Juro: adoro a baderna que fazemos, os gritos que damos e até a muvuca violenta que se forma. Dentro da casa, a ansiedade pelo início do show, marcado para ás 20h, acometeu os fãs - que gritavam a cada pequeno barulho vindo de trás das cortinas do palco. Trinta minutos de atraso, com o Credicard disfarçando o problema apresentando suas próximas atrações no telão, o que rendeu vaias ao Restart ("Vai tomar no cu" e afins), Zeca Pagodinho (os "us" tradicionais) e até Sandy (vaias, gritos de "Devassa" e "Itaipava", em prol da defesa provocativa de outra marca de cerveja). Em um dado momento, os fãs passaram a xingar a organização da casa pela demora (entendo: meu coração estava a mil na expectativa de poder vê-los pessoalmente). Quando as luzes da casa se apagaram, os gritos tradicionais ecoaram pela casa ao som da introdução de "Nightmare", do último disco homônimo do Avenged Sevenfold. Como não poderia deixar de ser: muita gente empurrando na esperança de conseguir ver a banda mais de perto, o que me grudou na grade que separava a pista comum (onde eu estava) da pista premium. No entanto, eu pouco me importava com todo aquele empurra-empurra, toda aquela confusão: a sensação de sentir os pêlos do meu braço se arrepiando com o grito do lindo M. Shadows (emendado por "Now your nightmare comes to life!") foi indescritível.
O coro formado pela voz de todos os fãs quase abafaram o som vindo do palco - que aliás, estava um pouco baixo. Mas o importante era que nenhum detalhe importante passava despercepido: a voz afinada e extremamente potente de Shadows, o entrosamento perfeito da banda e até a qualidade de Arin Ilejay como baterista (substituindo "The Rev", falecido em 2009) eram de surpreender. Logo, a vibe "pauleira" teve sua continuidade com "Critical Acclaim", onde o refrão originalmente cantado por The Rev aparecia como uma gravação, com Shadows erguendo os braços para o alto como quem saúda o amigo e recebe o coro da plateia (que aliás, cantou todas as músicas inteiras no maior exemplo de público fiel). Logo depois, veio "Welcome to the Family", sempre mantendo o clima "pesado" e frenético, com muitos gritos, pulos (minhas pernas começariam a pedir uma ligeira pausa inconscientemente) e coros perfeitos.
Um dos pontos mais altos da noite foi a incrível homenagem prestada pela banda ao baterista, com uma foto da formação com todos abraçando o integrante, e a performance emocionante de "So Far Away" (que me levou às lágrimas). O público gritava "Jimmy" - e muita gente chorou junto comigo nesse momento. Músicas mais antigas também fizeram parte do repertório, como "Bat Country", "Beast and the Harlot", "Unholy Confessions" e "Afterlife", impecavelmente cantadas pelo vocalista, que era acompanhado com maestria pelo público. "Buried Alive" e "God Hates Us" (esta última com um bate-cabeça impressionante bem diante dos meus olhos) fizeram a vez das músicas do novo CD, onde os gritos do cantor chegam a surpreender. Em um dado momento do show, M. Shadows (encantando meus olhos com os braços enormes e fechados por tatuagens expostos) agitou a parte da frente e a de trás do público a fazer um bate-cabeça em prol do título de "parte mais agitada da casa" - tudo isso ao som da guitarra violenta de Synyster Gates. Tentei entrar lá, mas quando vi a quantidade de gente naquela roda enorme (e o sangue nos olhos da galera que estava prestes a começar a baderna) acabei desistindo. Só observei a pancadaria de longe, boquiaberta...
Depois de uma pausa, a banda retornou ao palco para "Fiction" e a linda "Save Me", que encerraram a noite. O público implorava por "A Little Piece of Heaven" (pra mim, uma das melhores deles) com coros de "Little Piece", mas não teve jeito. O show chegava ao fim: Gates distribuiu uma quantidade significativa de palhetas, Shadows arremessou uma das baquetas até a platéia superior (sim, aquele braço todo tem uma utilidade muito boa) e todos eles se reuniram para um último adeus, distribuindo sorrisos de satisfação ao público
Não consigo encontrar uma palavra de fã que descreva bem o significado que tudo isso teve pra mim... Quer intenso e incrível em todos os sentidos. Todo o carisma e a presença de palco deles compensam os pequenos contratempos (como a quantidade absurda de gente sendo levada pra enfermaria).
Deixou aquele famoso gosto de "quero mais" - o suficiente pra saber que o show foi mais do que bom - foi excelente!
Set List (completo e em ordem):
01-Nightmare
02-Critical Acclaim
03-Welcome to the Family
04-Beast and the Harlot
05-Buried Alive
06-So Far Away
07-Afterlife
08-God Hate Us
09-Bat Country
10-Unholy Confessions (com riff de Crossroads no moshpit)|
Bis:
11-Fiction
12-Save Me
(Créditos: Avenged Sevenfold Brasil).
(Crédito das fotos: Terra).

Ah! A satisfação de ver seus artistas favoritos no palco... Como é gratificante poder estar lá perto, cantar todas as músicas, pular, balançar a cabeça, enfim: como é bom poder prestigiá-los!
Tive o prazer de poder ver uma das melhores bandas da atualidade, depois do esforço que foi conseguir comprar os ingressos (que se esgotaram em cerca de uma semana). Passei sufocos maiores ao estar lá, prestes a prestigiá-los. Mas toda a experiência acabou valendo cada minuto dos esforços.
Primeiramente: após a compra dos ingressos me deparei com um contratempo, pois nenhum dos meus amigos roqueiros mais próximos poderiam ir (orçamento e tudo o mais). Por sorte, me lembrei de um colega da faculdade que enfrentava o mesmo problema. Pelo menos não estaríamos sozinhos.
Depois, no dia do show, mais um problema: chegamos no Credicard Hall ás 17, onde a fila pra conseguir entrar no lugar quase dava voltas na casa. Os portões só abririam em duas horas, estava frio e chovendo. E mais um golpe de sorte nos acometeu: uma amiga do meu colega nos avistou e nos chamou pra irmos pro começo da fila onde ela estava. Daí, ficamos debaixo de um guarda-chuva, conversando pra passar o tempo. Conheci muita gente legal lá =D
Me surpreendi com a quantidade de pessoas que estava lá. O público era diversificado: metaleiros radicais, pré-adolescentes (em quantidade significativa, vestindo camisetas do Metallica, Motörhead e afins - o que me deu mais um sopro de esperança sobre os gostos musicais do mundo contemporâneo), gente bonita, gente não tão bonita, meninos usando boné pra trás e óculos aviador (pra ficarem mais parecido com o vocalista da banda)... Enfim: de tudo.
Depois de duas horas de fila esperando pela abertura da casa (não reclamo de nada, porque teve gente que chegou lá ás 7 da manhã), eis que nossa entrada é permitida. Não me canso de dizer o quanto eu amo a energia roqueira de sair correndo do lugar onde está fazendo a maior bagunça pra poder ver o artista que se ama. Juro: adoro a baderna que fazemos, os gritos que damos e até a muvuca violenta que se forma. Dentro da casa, a ansiedade pelo início do show, marcado para ás 20h, acometeu os fãs - que gritavam a cada pequeno barulho vindo de trás das cortinas do palco. Trinta minutos de atraso, com o Credicard disfarçando o problema apresentando suas próximas atrações no telão, o que rendeu vaias ao Restart ("Vai tomar no cu" e afins), Zeca Pagodinho (os "us" tradicionais) e até Sandy (vaias, gritos de "Devassa" e "Itaipava", em prol da defesa provocativa de outra marca de cerveja). Em um dado momento, os fãs passaram a xingar a organização da casa pela demora (entendo: meu coração estava a mil na expectativa de poder vê-los pessoalmente). Quando as luzes da casa se apagaram, os gritos tradicionais ecoaram pela casa ao som da introdução de "Nightmare", do último disco homônimo do Avenged Sevenfold. Como não poderia deixar de ser: muita gente empurrando na esperança de conseguir ver a banda mais de perto, o que me grudou na grade que separava a pista comum (onde eu estava) da pista premium. No entanto, eu pouco me importava com todo aquele empurra-empurra, toda aquela confusão: a sensação de sentir os pêlos do meu braço se arrepiando com o grito do lindo M. Shadows (emendado por "Now your nightmare comes to life!") foi indescritível.
O coro formado pela voz de todos os fãs quase abafaram o som vindo do palco - que aliás, estava um pouco baixo. Mas o importante era que nenhum detalhe importante passava despercepido: a voz afinada e extremamente potente de Shadows, o entrosamento perfeito da banda e até a qualidade de Arin Ilejay como baterista (substituindo "The Rev", falecido em 2009) eram de surpreender. Logo, a vibe "pauleira" teve sua continuidade com "Critical Acclaim", onde o refrão originalmente cantado por The Rev aparecia como uma gravação, com Shadows erguendo os braços para o alto como quem saúda o amigo e recebe o coro da plateia (que aliás, cantou todas as músicas inteiras no maior exemplo de público fiel). Logo depois, veio "Welcome to the Family", sempre mantendo o clima "pesado" e frenético, com muitos gritos, pulos (minhas pernas começariam a pedir uma ligeira pausa inconscientemente) e coros perfeitos.
Um dos pontos mais altos da noite foi a incrível homenagem prestada pela banda ao baterista, com uma foto da formação com todos abraçando o integrante, e a performance emocionante de "So Far Away" (que me levou às lágrimas). O público gritava "Jimmy" - e muita gente chorou junto comigo nesse momento. Músicas mais antigas também fizeram parte do repertório, como "Bat Country", "Beast and the Harlot", "Unholy Confessions" e "Afterlife", impecavelmente cantadas pelo vocalista, que era acompanhado com maestria pelo público. "Buried Alive" e "God Hates Us" (esta última com um bate-cabeça impressionante bem diante dos meus olhos) fizeram a vez das músicas do novo CD, onde os gritos do cantor chegam a surpreender. Em um dado momento do show, M. Shadows (encantando meus olhos com os braços enormes e fechados por tatuagens expostos) agitou a parte da frente e a de trás do público a fazer um bate-cabeça em prol do título de "parte mais agitada da casa" - tudo isso ao som da guitarra violenta de Synyster Gates. Tentei entrar lá, mas quando vi a quantidade de gente naquela roda enorme (e o sangue nos olhos da galera que estava prestes a começar a baderna) acabei desistindo. Só observei a pancadaria de longe, boquiaberta...
Depois de uma pausa, a banda retornou ao palco para "Fiction" e a linda "Save Me", que encerraram a noite. O público implorava por "A Little Piece of Heaven" (pra mim, uma das melhores deles) com coros de "Little Piece", mas não teve jeito. O show chegava ao fim: Gates distribuiu uma quantidade significativa de palhetas, Shadows arremessou uma das baquetas até a platéia superior (sim, aquele braço todo tem uma utilidade muito boa) e todos eles se reuniram para um último adeus, distribuindo sorrisos de satisfação ao público
Não consigo encontrar uma palavra de fã que descreva bem o significado que tudo isso teve pra mim... Quer intenso e incrível em todos os sentidos. Todo o carisma e a presença de palco deles compensam os pequenos contratempos (como a quantidade absurda de gente sendo levada pra enfermaria).
Deixou aquele famoso gosto de "quero mais" - o suficiente pra saber que o show foi mais do que bom - foi excelente!
Set List (completo e em ordem):
01-Nightmare
02-Critical Acclaim
03-Welcome to the Family
04-Beast and the Harlot
05-Buried Alive
06-So Far Away
07-Afterlife
08-God Hate Us
09-Bat Country
10-Unholy Confessions (com riff de Crossroads no moshpit)|
Bis:
11-Fiction
12-Save Me
(Créditos: Avenged Sevenfold Brasil).
(Crédito das fotos: Terra).
Cultura: Não Me Abandone Jamais
Por Camila Honorato

Quando vi a capa e o título do longa que nomeia esse post, pensei que se trataria de um drama, bem romântico. Minhas expectativas não foram atendidas: foram superadas. Eu esperava encontrar um roteiro mais simples, e até fofo - isso sem ter lido nem a sinopse pra saber do que se tratava. Aliás, se querem um conselho: não leiam sinopses. E se quiserem seguir o conselho à risca, parem de ler esse post: não há nada mais gostoso do que ser surpreendido a ponto de nem conseguir adivinhar o que vai acontecer (foi assim comigo nesse filme e no excelente Na Natureza Selvagem).
Minha ideia ao produzir essa crítica era a de justamente contar muitos detalhes do filme, fazer grandes reflexões e conclusões. Mas ao ler a crítica que Rubens Ewald Filho fez, decidi não descrever tanto quanto eu planejava. Porque, assim como ele próprio disse em seu blog, o grande barato é ser surpreendido - e revelar muito acaba tirando a grande motivação dele.
Inspirado no livro homônimo de Kazuo Ishiguro, o longa retrata a história de crianças que são educadas numa escola misteriosa e muito fechada. Todos eles são incentivados a se aproximar da arte, criando desenhos e até peças de teatro. Três personagens ganham destaque: Kathy (Carey Mulligan), Tommy (Andrew Garfield) e Ruth (Keira Knightley), que criam uma amizade um tanto quanto conturbada formando uma espécie de triângulo amoroso. Há uma finalidade para a educação que a escola dá aos alunos - eis o segredo que quando descobri no meio do filme fui atingida por uma surpresa tão grande que até me assustou. Os jovens crescem se preparando para o objetivo final, criando esperanças em relação ao seus respectivos futuros, o que deixa o espectador esperançoso também.
Sim, a melancolia que eu queria na tarde de chuva foi finalmente atingida. Criei expectativas sobre o fim da história, e me emocionei muito com ela. Aliás, o impacto que o segredo tem é bem forte: se prepare para dizer coisas como "Nossa, que isso?!" ou "Meu Deus, mas por quê?!". No fim das contas, traz reflexões muito produtivas sobre a própria natureza humana e dos absurdos que ela atinge.
Não se engane com o título de "Não Me Abandone Jamais". ao contrário do que pensei no começo quando busquei a capinha do DVD, não se trata de uma história exclusivamente romântica: o tema central é uma ficção científica que foge do comum - e impressiona!
06 abril, 2011
Documentário Expositivo
Documentário Expositivo que fizemos no segundo semestre do curso. Ficou muito bom, vale a pena conferir
Voz : Bruna Alves.
Voz : Bruna Alves.
05 abril, 2011
Começando o blog
Olá galera,
Somos um grupo de estudantes de jornalismo e criamos o "Jornalismo em Cinco Minutos" que tem como objetivo trazer as principais notícias do momento de forma rápida e eficiente, afinal quem tem tempo a perder?
Somos um grupo de estudantes de jornalismo e criamos o "Jornalismo em Cinco Minutos" que tem como objetivo trazer as principais notícias do momento de forma rápida e eficiente, afinal quem tem tempo a perder?
Assinar:
Postagens (Atom)



