12 abril, 2011

Educação: Terror chega às escolas

 Por Ana Gandolfo


Tudo de ruim que podemos pensar sobre uma pessoa estava concentrado em um único ser humano. Injustamente, um louco com problemas psiquiátricos tirou a vida de 12 crianças e feriu um bom número, na manhã do dia 7 de abril, na escola Municipal Tasso da Silveira, Rio de Janeiro (RJ).


Wellington Menezes de Oliveira, 23, entrou na escola com a argumentação de que ia dar uma palestra. Friamente, entrou de sala em sala atirando onde achava que deveria atirar, calculando bem suas vítimas.


Agora me pergunto, como um jovem sem alguma autorização entra pela escola e ainda mais, trafega pelos corredores sem que alguém desconfie? Onde está a segurança pública?


Segundo o governador do Rio de Janeiro, as escolas públicas não vão ter, depois deste massacre, seguranças nas escolas. Absurdo!


Além disso, o assassino era ex-aluno da escola que sofria de solidão e, com certeza, sabia atirar.
Psicólogos e profissionais da defesa pública que estudam o caso supõe que Wellington era uma pessoa reservada e que defendia a prática do terrorismo, principalmente às de Bin Laden. Ou seja, ele foi para matar e não se sabe o que realmente se passava na cabeça do sujeito.


Algo parecido aconteceu nos Estados Unidos, em Columbine, quando dois estudantes invadiram uma escola matando vários e logo em seguida cometeram suicídio também.


Em resumo, algo foi aprendido e isto é revoltante.


 O dia 7 de abril de 2011 ficou marcado e vai entrar para a história do Brasil.

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